A Meditação e o Despertar
A meditação, ao contrário do que se possa pensar, é, além de ferramenta fundamental para atingir o equilíbrio pleno, um dos alicerces fundamentais para que o despertar de uma essência aconteça aqui no plano físico. Ela é a geratriz de muitas dúvidas e também das próprias respostas que são buscadas, ponto fixo e perene de todo um sistema de dissecação de tudo aquilo que vemos, ouvimos, falamos, escrevemos e experimentamos. É o oráculo das sensações diferentes.
Existem muitas pesquisas científicas que provam, de acordo com a fisiologia neuronal, que a meditação é fundamental e muito boa para o organismo. Isso é um fato e, creio eu, independe de pesquisas para que se chegue a tal conclusão. Ouso afirmar que nós todos encarnados na Terra meditamos pelo menos 1 vez em vida, senão mais, mesmo que inconscientemente. Alguns meditam menos por não ter tempo, ou por não ter livre-condução a esse ato - outros possuem o hábito e a indução consciente à meditação e, nesse caso, geralmente se dispõe de técnicas para relaxar e se concentrar. O curioso da meditação “inconsciente” é porque, enquanto meditamos, não percebemos que um contexto paralelo se criou. Você vive, no caso, duas facetas: a do que compõe o mundo e a do que simplesmente o observa. É a partir dessa ótica que se observa a reflexão interior.
Em vários meios midiáticos, estão publicadas informações acerca de técnicas de relaxamento, meditação, yoga (em suas várias vertentes) e por aí vai. Elas são um importante alicerce na busca de bons resultados com a meditação, mas não são tudo. O indivíduo necessita de ter em mente uma palavra chave: abstração. Ela é a estrutura basal de toda e qualquer meditação. Ela é o elo fundamental entre o plano físico e o astral. É nela que você achará importantes respostas na busca de sua identidade enquanto essência. É nela que você entende o mundo de outra forma.
Antes de buscar oráculos, pessoas que se dizem sábias, biografias e outros meios de pesquisa, busque a si mesmo (posso estar agindo contra a própria iniciativa desse blog, mas é um fato importante e não posso deixar de ressaltá-lo). A grande maioria dos encarnados já se perdeu em meio a grande massa social. Muitos não manifestam a sua imagem verdadeira da vida por não agirem de acordo com o elo maior, seja por um desvio acontecido por pesquisa bibliográfica, seja por interpretação equivocada e incerta de algum fato ocorrido. Essas são pessoas passíveis de grandes mudanças no temperamento e comportamento depois de um despertar.
A meditação é algo que geralmente vem inerente ao processo do despertar. Precisamos muito da meditação para controlarmos nossos espamos eufóricos e depressivos, que comumente acontecem quando as primeiras sensações traduzem ao ser o que ele é fundamentalmente. Passamos por períodos longos de reflexão, onde, às vezes, nos excluimos socialmente. Essa fase, apesar de parecer dolorosa (e de fato é em alguns casos), é interessante. Nela há um aprendizado diferente, um aprendizado meditacional. Julgamos a nós mesmos e a nossos atos, procurando nos criticar de forma pungente e sem hipocrisia. Analisamos nossos (vários) erros e, depois, tentamos pôr os acertos em prática.
A meditação e o despertar estão intimamente interligados. Não há o mais sutil grau de consciência sequer se não houver meditação. Se você, caro leitor, busca um meio de se identificar quanto a sua própria essência, comece meditando, mesmo que de forma simples e sem pretensão, mas com disciplina e freqüência. Se a busca for de coração e, é claro, for a sua hora de despertar, as coisas vão acontecer, sem pressa.
Reverências.
Thanatorius
Existem muitas pesquisas científicas que provam, de acordo com a fisiologia neuronal, que a meditação é fundamental e muito boa para o organismo. Isso é um fato e, creio eu, independe de pesquisas para que se chegue a tal conclusão. Ouso afirmar que nós todos encarnados na Terra meditamos pelo menos 1 vez em vida, senão mais, mesmo que inconscientemente. Alguns meditam menos por não ter tempo, ou por não ter livre-condução a esse ato - outros possuem o hábito e a indução consciente à meditação e, nesse caso, geralmente se dispõe de técnicas para relaxar e se concentrar. O curioso da meditação “inconsciente” é porque, enquanto meditamos, não percebemos que um contexto paralelo se criou. Você vive, no caso, duas facetas: a do que compõe o mundo e a do que simplesmente o observa. É a partir dessa ótica que se observa a reflexão interior.
Em vários meios midiáticos, estão publicadas informações acerca de técnicas de relaxamento, meditação, yoga (em suas várias vertentes) e por aí vai. Elas são um importante alicerce na busca de bons resultados com a meditação, mas não são tudo. O indivíduo necessita de ter em mente uma palavra chave: abstração. Ela é a estrutura basal de toda e qualquer meditação. Ela é o elo fundamental entre o plano físico e o astral. É nela que você achará importantes respostas na busca de sua identidade enquanto essência. É nela que você entende o mundo de outra forma.
Antes de buscar oráculos, pessoas que se dizem sábias, biografias e outros meios de pesquisa, busque a si mesmo (posso estar agindo contra a própria iniciativa desse blog, mas é um fato importante e não posso deixar de ressaltá-lo). A grande maioria dos encarnados já se perdeu em meio a grande massa social. Muitos não manifestam a sua imagem verdadeira da vida por não agirem de acordo com o elo maior, seja por um desvio acontecido por pesquisa bibliográfica, seja por interpretação equivocada e incerta de algum fato ocorrido. Essas são pessoas passíveis de grandes mudanças no temperamento e comportamento depois de um despertar.
A meditação é algo que geralmente vem inerente ao processo do despertar. Precisamos muito da meditação para controlarmos nossos espamos eufóricos e depressivos, que comumente acontecem quando as primeiras sensações traduzem ao ser o que ele é fundamentalmente. Passamos por períodos longos de reflexão, onde, às vezes, nos excluimos socialmente. Essa fase, apesar de parecer dolorosa (e de fato é em alguns casos), é interessante. Nela há um aprendizado diferente, um aprendizado meditacional. Julgamos a nós mesmos e a nossos atos, procurando nos criticar de forma pungente e sem hipocrisia. Analisamos nossos (vários) erros e, depois, tentamos pôr os acertos em prática.
A meditação e o despertar estão intimamente interligados. Não há o mais sutil grau de consciência sequer se não houver meditação. Se você, caro leitor, busca um meio de se identificar quanto a sua própria essência, comece meditando, mesmo que de forma simples e sem pretensão, mas com disciplina e freqüência. Se a busca for de coração e, é claro, for a sua hora de despertar, as coisas vão acontecer, sem pressa.
Reverências.
Thanatorius

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